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quinta-feira, 9 de maio de 2013

08 de Maio - Dia do Profissional de Marketing

o Profissional de Marketing, aquele que é mestre em identificar necessidades e criar oportunidades. Ou seria criar necessidades identificando oportunidades? 
Oito de maio é o "Dia do Profissional de Marketing", uma profissão que ao longo do século XX ganhou espaço nas empresas, ajudando principalmente a área de administração.

O marketing sofreu diversas adaptações e até  hoje, não é fácil escolher uma definição certeira para descrever a profissão. A grande verdade que o marketing praticado na década de 50 e o marketing realizado hoje, tiveram mudanças e talvez seja isso a atração maior para estabelecer uma paixão direta com a profissão.
Hoje o profissional de marketing tem que pensar no contato diário com seu público, mostrar que sua empresa é comandada por pessoas de carne e osso e que a opinião dele é importante. Olhar para esse novo cenário e perceber que o modo de se expressar do Ser Humano mudou, que suas defesas ganharam forças a partir de um click. As empresas precisam rever detalhes emocionais e espirituais do consumidor, pensar em soluções para problemas sociais do Mundo.

"A diversidade de ações nos motiva, a dificuldade nos fortalece e a busca pelo objetivo nos torna guerreiros, em um mundo corporativo que a cada dia nos oferece situações novas.'" Hoje é o Dia do Profissional de Marketing, aquele que é mestre em identificar necessidades e criar oportunidades. Ou seria criar necessidades identificando oportunidades? Enfim, compartilhe e deixe sua homenagem para quem sabe tudo sobre estratégia e mercado.



sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Download Gratuito de livros e e-books de Marketing Digital, Mídias Sociais, e-Commerce e SEO

O portal Gestor em Marketing disponibiliza um acervo de livros, e-books de Marketing Digital, Mídias Sociais, e-Commerce e SEO para download gratuito.
Acesse e confira:

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Qual personagem ilustra minha marca


Já falamos várias vezes por aqui sobre utilizar personagens em apresentações. O texto que me veio de “bate-pronto” na cabeça foi este: O valor de uma personagem (ou três)
Mas uma dúvida que pode ter ficado na cabeça de muitas pessoas é, qual personagem posso usar para ilustrar minha marca?
O segredo é que… Não tem segredo!
Tão clichê quanto a minha frase acima, a Volkswagen utilizou um cachorrinho para ilustrar sua marca.
De forma bastante criativa, conseguiu fugir do modelo carro + ator bonito + estrada e levantar meu sorriso com este comercial (principalmente no último segundo do vídeo).

Comercial criado pela Tribal DDB Amsterdam  para o Golf.
Fico feliz cada vez que vejo as marcas usando recursos que vão além dos tradicionais. Vamos nos inspirar para levar cada vez mais estas analogias para o mundo corporativo!
Fonte: Soap.com.br


quinta-feira, 16 de agosto de 2012

Profissional de Marketing em início de carreira está mais valorizado


Empresas buscam a inovação e o conhecimento em novas tecnologias, aponta Guia salarial da Robert Half. Áreas de pesquisa, inteligência de mercado e vendas também estão em alta


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Os profissionais de Marketing em início de carreira estão mais valorizados, aponta o Guia Salarial 2012-2013 da Robert Half, empresa especializada em recrutamento. Em sua quinta edição, a pesquisa indica um aumento na faixa salarial para analistas com até dois anos na função, onde o salário pode chegar a R$ 5 mil. O setor de Marketing como um todo não teve uma valorização muito expressiva. Porém, as promoções estão mais rápidas. No caso dos profissionais em início de carreira, a valorização foi maior que em outras faixas porque as empresas buscam a inovação e o conhecimento em novas tecnologias, característica comuns entre os mais jovens.      
                                                  

Estes profissionais, inclusive, estão sendo promovidos com maior velocidade. “No início da carreira, se este profissional é bom, mostra isso de forma muito rápida. No final da faixa, não necessariamente o salário deste profissional cresce, pois o natural é que o bom profissional seja promovido, mudando para um outro cargo.  Se uma pessoa fica muito tempo na mesma função, ela acaba perdendo um pouco no quesito inovação, pois não conhece outras áreas. Logo, este profissional não é tão valorizado”, explica Daniela Ribeiro, gerente sênior das divisões de Vendas & Marketing da Robert Half, em entrevista ao Mundo do Marketing. 

Este crescimento mais rápido na carreira é ainda uma resposta dos empregadores à entrada da geração Y no mercado. As empresas querem reter os melhores talentos e, para isso, acabam optando por promover com mais agilidade. Este movimento pode representar um risco, uma vez que nem sempre este profissional está maduro o suficiente. “A geração Y é muito ansiosa por promoção. Eles aprendem rápido, implementam rápido e se a empresa não promove, acaba perdendo o profissional”, aponta a gerente da Robert Half.
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Inteligência ganhou relevância

A área de inteligência de mercado também está mais valorizada. Um coordenador de inteligência ganha entre R$ 5 mil e R$ 8 mil. E se antes somente grandes empresas criavam departamentos específicos de inteligência, hoje as pequenas e médias também estão investindo. “Cada vez mais esta área vem ganhando espaço nas pequenas e médias empresas. Elas perceberam o quanto a inteligência de mercado é estratégica para o negócio. Em geral são profissionais jovens, muito conectados com inovação e tecnologia. Por isso mesmo, esta área recebeu aumentos mais expressivos que outras”, explica Daniela.


As atividades de inteligência, que antes eram de responsabilidade do coordenador de Marketing e comunicação, agora estão nas mãos de um profissional especialmente contratado para a função. Dentro das empresas, já não é mais incomum a figura do coordenador de inteligência de mercado.  “Este profissional ganha um pouco mais que o coordenador de Marketing e comunicação tradicional”, afirma a gerente da Robert Half.
Área comercial: salários até 25% maiores
Os profissionais do setor comercial e de vendas receberam os maiores aumentos de acordo com a pesquisa. Os salários nesta área aumentaram entre 20 e 25% em relação ao ano passado. Uma das explicações para isso está no fato do Brasil ser considerado um mercado promissor no cenário internacional, o que está atraindo muitas empresas.

Para iniciar suas operações, elas investem pesado na equipe comercial. Executivos de vendas com até dois anos possuem salários variando entre R$ 5 mil e R$ 10 mil. “O mundo vê o Brasil como o país das oportunidades. E a área comercial é a primeira de qualquer empresa. É ela quem ganha os negócios e possibilita todo o resto. Tudo depende das vendas para engrenar a empresa”, conclui Daniela.  

Fonte: Mundo do marketing

terça-feira, 31 de julho de 2012

O Marketing Político


O Marketing Político vem se consolidando cada vez mais como peça fundamental no processo eleitoral. Estes são as técnicas e conceitos mais modernos e eficazes, garantindo uma campanha estruturada, marcante e eficiente.









Uma campanha de marketing político
A eleição

É impossível pensar em eleições, nos dias de hoje, sem pensar numa estrutura de marketing atuando em todos os segmentos do eleitorado.

Propaganda eleitoral deixou de ser apenas o ato de imprimir alguns milhares de folhetos coloridos e pichar os muros da cidade com o nome do candidato.

As campanhas eleitorais deixaram de ser intuitivas e se tornaram racionais, os palpites gratúitos cederam lugar à pesquisa; os temas principais, com determinadas palavras-de-ordem, aparentemente corretas mas aleatórias, agora têm origem em slogans com conceito e estratégia. Enfim: a propaganda política deixou para trás o amadorismo para se tornar profissional.

Comparando com campanhas de produtos e serviços: de um lado está o produto/serviço; do outro, o mercado consumidor. Na campanha eleitoral, de um lado o candidato e do outro os eleitores.

Existem alguns requisitos básicos para o sucesso de uma campanha eleitoral:
  • A existência de planos estratégicos, de orientação geral e detalhamento de atividades, tempo e recursos;
  • A existência de mão-de-obra especializada em propaganda;
  • A existência de um monitoramento durante todo o processo

O Marketing Político

Marketing Político são todos os recursos utilizados na troca de benefícios entre candidatos e eleitores.

Esses benefícios, no sentido candidato-eleitores seriam, essencialmente, as promessas, as vantagens do candidato e a sua linha de comunicação. No sentido oposto, ou seja, eleitores-candidatos, são os votos e as informações necessárias para obtê-los.

Alguns elementos compõem o quadro de planejamento de uma campanha de marketing político:
  • O meio ambiente em que se realiza a campanha eleitoral e que vai proporcionar oportunidades e ameaças ao sucesso de um candidato;
  • A administração da campanha eleitoral, que é a sua principal força de vendas, formada pelo próprio candidato, o seu partido político e os grupos de interesse alinhados com a sua candidatura;
  • O conceito de produto, que é a filosofia política do candidato, a escolha de temas específicos a serem tratados e a definição de suas posições a propósito dos temas. Além da formulação e da adoçäo de um estilo pessoal que conserve e amplie suas qualidades.
  • Canais de comunicação e distribuição, que envolvem decisões e ações a respeito da utilização de mídia de massa e seletiva, aparições voluntárias, auxílio voluntário e partidário;
  • Segmentos de eleitores diferenciados;
  • Acompanhamento e revisão contínua e sistemática de resultados que impliquem em reorientação da campanha.
Além dos eleitores propriamente ditos, há outros grupos que precisam ser estimulados, tais como o partido político, os contribuintes da campanha eleitoral e os grupos de interesse alinhados à candidatura. Para isso, a Assessoria Política da campanha deverá canalizar de maneira adequada o seu potencial em função das necessidades imediatas.

O Candidato
O candidato obtém preferências com base:
  • No seu nome
  • No seu talento pessoal em dar início a uma reação emocional
  • Na sua habilidade em utilizar a m’dia de massa
  • Na sua capacidade de se projetar.
Além disso, há todo um processo de desenvolvimento pelo qual o candidato deve passar:
  • Apresentar uma personalidade bem definida. Como acontece com os produtos, uma imagem de qualidade;
  • Ainda na comparação com o marketing de produtos, deve identificar-se com uma instituição que lhe dê apôio e credibilidade: a própria inscrição partidária;
  • Definida a personalidade e colocada esta dentro de um contexto de organização (o partido), o candidato deverá impor a sua marca (o seu nome).
Em resumo, o candidato deve:
  • Planejar formalmente a sua estratégia de campanha, sua postura diante dos problemas, sua propaganda, suas aparições, sua base para a obtenção de fundos, sua monitoria da situação, seus objetivos, sua alocação de recursos e o tempo de que dispõe para obter a aprovação dos eleitores;
  • Construir uma forte organização de ações, capaz de reforçar, durante todo o processo, as posições assumidas durante a campanha eleitoral, sem que ocorra a perda de campos já conquistados.
O candidato e o partido

A importância do partido político no universo do candidato deve ser medida dentro dos seguintes parâmetros:

O partido está para o candidato como a empresa para o produto. Ele significa um sistema que detém um conjunto de recursos para atingir os eleitores. Assim, como não existe produto sem uma empresa que identifique a sua origem, não existe candidato sem partido.

O partido, então, pode ter uma imagem que acrescente ou subtraia. Por isso, é importante saber se o partido agrega imagem positiva ao candidato, assim como o nome de uma empresa de prestígio no mercado acrescenta prestígio a um produto.

Os componentes do marketing político

1. A Pesquisa de Mercado

A pesquisa de mercado procura descobrir o que vai ao encontro dos interesses do eleitor, identificando as suas necessidades, seus desejos e seus valores. Com isso, o candidato pode desenvolver estratégias com uma margem de erro muito menor.

Numa campanha eleitoral, devem ser pesquisados o tamanho do mercado e a sua segmentação, o que qualifica o eleitor, o potencial deste mercado com base em padrões históricos de voto, a opinião dos eleitores em torno de assuntos importantes e sobre posições assumidas.

O resultado da pesquisa pode determinar o próprio conteúdo da mensagem do candidato.

2. O conceito e a estratégia do candidato

O que vincula um eleitor a um candidato é a imagem deste último.

Esta imagem, mesmo quando já existente, pode ser planejada e trabalhada. Por outro lado, é preciso ficar atento a como o eleitor está percebendo esta mensagem. Isto precisa ser sistematicamente conferido.

A imagem planejada de um candidato deve conceituar adequadamente sua maneira de se vestir, suas maneiras, suas declarações e o conjunto das suas ações. O objetivo é que o candidato tenha uma aparência e um comportamento que correspondam à percepção e aos desejos do eleitor.

Para conceituar o candidato e definir sua estratégia:
  • Definir, com base em pesquisa de mercado, um tema para o candidato, em torno do qual o interesse do eleitor será 
    construído.
  • Identificar os principais problemas e a maneira como são encarados e sentidos pelos eleitores;
  • Excluir os conceitos não desejados em razão da personalidade e dos antecedentes do candidato;
  • Testar o conceito escolhido através de pesquisas periódicas;
  • Decidir sobre a adoção de mais de um conceito, sendo um principal e outro, ou outros, secundários, desde que plenamente compatíveis.

3.Estratégia de Comunicação

O conceito do candidato é a base para o plano de comunicação da campanha.

Para um programa de propaganda paga ou gratuita, devem ser tomadas as seguintes providências:
  • Definir a mensagem básica da campanha
  • Definir a melhor maneira de apresentar visualmente o candidato;
  • Definir as pesquisas que serão veiculadas;
  • Definir os veículos adequados para a veiculação;
  • Elaborar os programas orçamentários de produção e veiculação da campanha, que devem ser detalhados toda semana até a data de realização das eleições.
  • Paralelamente, deve ser desenvolvido um programa de aparições pessoais do candidato. Este programa deve ser controlado pela Assessoria Política.
É preciso ficar atento, neste programa, para as limitações de tempo do candidato. É bom lembrar que o candidato tem, ainda, a responsabilidade de motivar o partido, seus cabos eleitorais e os eleitores comprometidos com a campanha.

4. Programa de Trabalho Voluntário

Inúmeras pessoas devem ser treinadas para compor grupos de trabalho voluntário na campanha.

Entre as tarefas do trabalho voluntário estão as de preparação de eleitores e auxiliares, a participação como oradores para platéias específicas, o envio de malas-diretas, o levantamento e registro de votos, o transporte e alimentação dos eleitores no dia das eleições, entre muitas outras funções.

Para que a Assessoria Política consiga gerenciar bem o trabalho voluntário, deve:
  • Valorizar o partido como centro de decisões;
  • Estar sempre motivando os colaboradores;
  • Estabelecer objetivos e metas para a equipe voluntária;
  • Estabelecer um sistema de controle de realizações;
  • Treinar o pessoal e acompanhar de perto o seu trabalho
Fonte:Portal Via 6

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Sony quadruplica pesquisas e muda após conhecer melhor o consumidor.


Nos últimos dois anos, companhia quadruplicou ações e analistas chegaram a visitar e dormir nas casas dos consumidores para entender seus comportamentos e como lidam com as marcas.


Há dois anos, a Sony Brasil ampliou em quatro vezes seus investimentos em pesquisas, que auxiliaram no reposicionamento e rejuvenescimento da marca, além da democratização dos produtos. Cada dia mais, a companhia entende que a receita para o sucesso em vendas de produtos está no conhecimento profundo sobre o consumidor. As análises desenvolvidas são amplas e incluem desde simples questionários de múltipla escolha até vivência direta com eles.
Ao longo do ano passado, a Sony investiu no convívio com o target chegando, ao todo, a mais de 100 residências visitadas e, em algumas delas, os analistas chegaram a dormir. O trabalho teve o objetivo de se aproximar do comportamento das pessoas e seus hábitos, tanto relacionados ao estilo de vida quanto à interação com as diferentes marcas.
“A Sony sempre investiu intensamente em pesquisas, mas esse foi um estudo muito interessante, porque pudemos analisar como os consumidores se comportam durante o dia e assim que acordam. Observamos com quais produtos interagem logo pela manhã e quais as principais marcas que utilizam”, explica Carlos Paschoal, Gerente Geral de Marketing e Inovação da Sony Brasil, em entrevista ao Mundo do Marketing.
Foco na classe C
As análises mais profundas foram intensificadas, sobretudo, com o objetivo de compreender a percepção do posicionamento damarca no mercado. Ao visitar residências de consumidores, o foco da Sony era a classe C, para ampliar a penetração da marca neste segmento, aproveitando a expansão do potencial de compra deste grupo.
As pesquisas mostraram que a chamada nova classe média é mais ligada à família e às relações sociais. Segundo o estudo, 44% das mulheres cuidam de filhos de vizinhos pelo menos uma vez por mês, enquanto nas classes A e B esse índice soma apenas 3%. Outro ponto mostrado foi que os produtos são compartilhados entre os núcleos familiares e os círculos de amizade.
“Percebemos que o consumidor de Classe C compartilha mais os seus produtos que, a cada dia, estão em uma casa. A relação com a marca também é diferenciada entre este público. Eles a enxergam como uma amiga. É um consumidor mais passional, intenso”, completa Paschoal.
sony,pesquisa,tablet,mini system,reposicionamentoDiálogo constante
O diálogo direto é outra estratégia da Sony para alcançar seu target com maior eficiência e criar produtos que atendam às demandas dos clientes. Atualmente a companhia conta com um grupo de consumidores com os quais se reúne mensalmente para conversas. Nesses encontros, protótipos de equipamentos são apresentados para que eles indiquem onde existem erros e quais mudanças gostariam de observar para tornar o produto mais funcional ou bonito.
“O principal ponto que vimos com relação ao consumidor da classe C é que ele não busca produtos mais baratos, mas, sim, que tenham qualidade. Eles estão dispostos a fazerem um investimento mais alto para terem um aparelho bonito, bem estruturado e esperam que não dê defeito no futuro. É uma escolha na qual não podem errar, porque não possuem a mesma facilidade de troca que as outras classes”, diz o Gerente Geral de Marketing e Inovação da Sony Brasil.
Esse diálogo e a estratégia de atender a chamada nova classe média guiaram a criação de um dos principais lançamentos da marca no ano passado. O Mini System Sony foi pensado para este consumidor e, apesar de custar mais de R$ 2 mil, bateu recorde de vendas em 2010, ficando entre os mais vendidos no Brasil e tendo seu lançamento estendido para toda a América Latina.
“Criamos esse produto a partir das conversas com os consumidores e o lançamos focando principalmente na Classe C. Apesar de não poder divulgar os números, posso dizer que foi uma das maiores vendas da Sony Brasil nos últimos tempos. Isso comprova que nosso consumidor busca qualidade antes do preço”, afirma Paschoal.
sony,pesquisa,tablet,mini system,reposicionamentoInteligência de mercado
A Sony atua, além das pesquisas quantitativas e qualitativas, com análises de recall de marca e recall de ações de Marketing, para obter dados sobre o impacto das iniciativas da marca nos consumidores. No setor de inteligência de mercado, analistas de Trade Marketing de cada região do Brasil também entendem profundamente os diferentes mercados.

As lojas próprias, baseadas no conceito de brand experience que vêm sendo abertas pela Sony em algumas das principais cidades do país também têm o objetivo de estreitar essa relação e servir como laboratório para entender ainda mais o comportameento do consumidor e suas reações diante dos produtos da marca.
Esse diálogo permanente guiou o reposicionamento da Sony no mercado, que busca se apresentar como uma marca mais jovem. Uma pesquisa Top Of Mind realizada pela UOL mostrou que a empresa é líder em internet, o que fez com que fosse feito um investimento ainda maior no relacionamento digital. A marca hoje interage intensamente com seu target por meio de redes sociais, sempre com uma linguagem jovem e estimulando a interação.
“Sempre investimos no digital, que é uma plataforma cada dia mais importante, porém, a pesquisa fez com que intensificássemos esse diálogo e agora estamos focados em todo um trabalho para rejuvenescer e tornar a marca mais dinâmica”, diz Paschoal.
A tecnologia Sony Link, apresentada recentemente pela empresa também é fruto desse conhecimento do público-alvo. “Percebemos que nosso consumidor busca produtos que interajam entre si. E é justamente isso que o Sony Link, tecnologia presente no tablet que estamos lançando no Brasil, pretende oferecer. Outro ponto importante foi que também decidimos juntos com os consumidores quais aplicativos seriam instalados no produto, mesmo ele sendo importado da sede japonesa”, conta Paschoal.

Fonte: Mundo do Marketing

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Marketeiro, não! Mercadólogo



Marketeiro, não! Mercadólogo. É assim que devem ser chamados os profissionais de marketing. A confusão começou quando publicitários, como Duda Mendonça, assumiram campanhas políticas e se destacaram no cenário nacional com esse nome."Marketeiro é um jargão popular, usado muito mais para denegrir do que para construir, já que se entende por aquele que vende a imagem de alguma coisa, que nem sempre é real", explica Maria Ângela Costa, coordenadora do MBA em marketing da Universidade Salvador (Unifacs).E a distorção não pára por aí. Os mercadólogos são confundidos não só com publicitários, mas, também, com administradores. "O marketing tem tudo a ver com administração de empresas, só que é, na minha opinião, um curso mais dinâmico, voltado pra uma realidade de mercado mais atual", afirma o mercadólogo e empresário Bruno Calado, que possui uma loja de artigos para decoração de aniversários infantis.Para Calado, essa confusão poderia ser desfeita com a criação de um conselho profissional. "Minha própria família me confundia muito com publicitário no começo do meu curso. Essa é uma idéia enraizada na cabeça das pessoas. Eu acredito que só quando os profissionais de marketing criarem o seu próprio conselho, como administração e outras profissões já o têm, a coisa vai começar a melhorar", diz.GESTÃO - O mercadólogo deve auxiliar na gestão da empresa, desenvolver o planejamento estratégico e cuidar para que ele seja cumprido. Além disso, tem a função de gerenciar vendas e delinear os objetivos da comunicação, encaminhando as demandas à agência de publicidade, para desenvolvimento das campanhas.O perfil de um bom mercadólogo é caracterizado por habilidades em comunicação, persuasão, liderança e capacidade de trabalhar em equipe. Ele deve aliar o conhecimento teórico com a vivência prática. Além disso, é interessante que o mercadólogo tenha noções básicas de programas de informática como Corel Draw e Photoshop, para interagir melhor com a área de publicidade da empresa."Acho bom que o profissional de marketing tenha essa noção para poder opinar com mais objetividade junto aos profissionais de criação publicitária. Mas o que acontece é que, na maioria das vezes, quando as empresas solicitam profissionais que trabalhem com essas ferramentas, elas estão querendo na verdade um publicitário. E, por acharem que marketing e publicidade são quase a mesma coisa, acabam incorrendo neste erro, que não é raro na Bahia", argumenta Calado.O campo de trabalho para o mercadólogo é amplo, porém pouco definido. Segundo Costa, as grandes empresas sempre dispõem de áreas específicas de marketing que empregam grande parte dos profissionais desta área no Brasil.Mas, as empresas de médio e pequeno porte geralmente não possuem um setor específico. "No exterior é bem diferente. As pessoas conhecem o trabalho de um mercadólogo e, por isso, existe maior facilidade em encontrar o seu lugar no mercado", diz Calado.GANHO - No Brasil, a profissão ainda não possui um piso salarial estipulado. "Como é uma função considerada, muitas vezes, crucial dentro das organizações, estes profissionais podem chegar a rendimentos bastante elevados como diretores de marketing, que chegam a ter salários superiores a R$ 20 mil. Mas o salário mínimo inicial está em torno de R$ 1.500", explica Costa.Em Salvador, apenas uma instituição, o Centro Universitário FIB, oferece um curso de graduação voltado exclusivamente ao marketing. A Unifacs - Universidade Salvador disponibiliza o curso comunicação e marketing, que tem o objetivo de formar profissionais capazes de entender os mecanismos financeiros e operacionais de uma empresa, além de lidar com textos jornalísticos e aprovação de campanhas publicitárias.Para incrementar o currículo, o mercadólogo pode investir em pós-graduação, participar de cursos sobre temas relacionados à área e frenqüentar eventos como seminários e palestras. Além disso, deve reforçar seu conhecimento lendo textos técnicos e cases, que lhe servirão como exemplos."É uma profissão apaixonante. Pra quem tem o perfil de liderança, acho que é uma excelente escolha. Mas, como em qualquer outra profissão no Brasil atual, não é fácil encontrar uma boa colocação no mercado. Para isso, tem que se dedicar e mostrar que é realmente bom, através de muito trabalho", conclui Calado.

Fonte: http://www.administradores.com.br/informe-se/informativo/marketing-tem-area-de-atuacao-indefinida/6761/